Como tenho recebido alguns e-mails a pedir para falar de como anda a correr a nossa experiência com a cadeirinha e o facto de o Pedro andar de costas aos dois anos de idade, e porque esses pedidos chegam numa altura em que estamos a passar por mudanças, está na hora de escrever um episódio III destes dois:
http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2011/11/passear-em-seguranca.html e
http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2011/11/para-passear-em-seguranca-ii.html
Pois que comprámos uma cadeirinha que permite que os petizes andem de costas para o sentido da estrada até os quatro anos ou mais. Não sei se chegaremos (ou chegaríamos) até tão tarde, mas a possibilidade era e continua a ser essa e a intenção também era.
A cadeira em si é muito boa, e sobretudo quando comprada na Volvo, fica bastante em conta, em relação aos preços habitualmente praticados na Britax e em relação às cadeirinhas que permitem ir à retaguarda e até cadeirinhas em geral. Duzentos e tal euros para o que a cadeirinha permite e é não nos pareceu caro na altura e estamos muito satisfeitos com a nossa escolha. Ela é robusta e muito resistente, mas compacta, fácil de instalar, de trocar entre carros (desde que se tenha um par de correias por carro, falando das correias que prendem as costas da cadeira, no caso de se ir de costas, senão é uma seca desapertar e apertar as correias ao assento dos carros), permite uma utilização até muito tarde (até 25 kg virada para trás e para a frente), os estofos são em algodão, totalmente removíveis e facilmente laváveis, mas uma chatice para tirar e voltar a colocar.
O Pedro nunca se sentiu mal por andar de costas, nunca se recusou a fazê-lo, nem lhe fazia diferença, mesmo quando andava esporadicamente de frente com os avós. E sempre andou muito confortável, sem dúvida! Nada de diferente se passava no seu mundinho, ele apenas conhecia andar virado de costas, por isso nunca lhe fez confusão. Muito menos a nós.
Precisamente agora, aos dois anos e quatros meses, estamos a começar com os primeiros problemas nesse departamento...
Desde que o pai mudou de carro, não quis ter o miúdo a andar de costas para não sujar as costas do assento com os pés. Uma manta, uma forra estão fora de questão, enfim! É uma questão que me deixou doida na altura, não estava bem a crer que o puto mudava de direcção por conta da integridade física dos estofos do carro do senhor meu marido, mas parece que sim. Eu acho a obsessão de status do carro e sobretudo manter o carro absolutamente imaculado uma cena bem portuguesa que me ultrapassa completamente. Eu estou perfeitamente a marimbar-me para o estado do meu carro, eu quero é que ele me leve do ponto A ao ponto B e pronto, mais nada. O senhor meu marido também pensa como eu, mas o amor ao brinquedo novo, enquanto for novo, levou a melhor desta vez. Roll eyes, completamente!!
Enfim, o P passou a andar de frente no do pai, continuou de costas no meu carro. E agora, curiosamente (ou talvez não!!) ele tem feito de vez em quando umas fitas monstras para se sentar na cadeirinha, não sei se por estar em modo birra total, em que tudo serve para embirrar (a tão carinhosamente apelidada estupidez natural rsrsrsrs), ou se é por ter experimentado o mundo de frente e de frente querer continuar.
Parece-me, cada vez mais e infelizmente, que se trata da segunda opção. OMG.
Dois dias anda bem, depois lá vem um dia do demónio, e andamos assim. De maneira que não sei se os dias de costas estão contados, espero que não, mas temo que sim... Por enquanto estou só desconfiada, mas vou assobiar para o lado o máximo de tempo possível, vou negar até o fim!
De qualquer forma, a minha meta mínima eram os dois anos, e lá chegámos sem quaisquer problemas. O que viesse a partir daí seria lucro.Ele já vai quase com dois anos e meio e é um miúdo robusto, não sei o que isso diz da sua resistência a uma colisão, mas ao menos já vai quase com dois anos e meio, não me posso queixar.
E o estado dos assentos do meu carro? Não está famoso, não. É como digo, não quero saber disso, mas lá que já levavam uma boa esfrega já levavam! Mas eu não fiz algo muito básico, forrar o assento! Não fica grande coisa? Não, mas é melhor do que sujá-los, para quem gosta de ter o carro impecável...
Nos dias de chuva eu sento o Pedro na cadeirinha e descalço-o. Geralmente à ida e vinda do colégio é um passo rápido porque os sapatos são com velcro ou apenas de enfiar. Se tivesse o assento forrado nem pensaria nisso.
A cadeira em si é muito boa, e sobretudo quando comprada na Volvo, fica bastante em conta, em relação aos preços habitualmente praticados na Britax e em relação às cadeirinhas que permitem ir à retaguarda e até cadeirinhas em geral. Duzentos e tal euros para o que a cadeirinha permite e é não nos pareceu caro na altura e estamos muito satisfeitos com a nossa escolha. Ela é robusta e muito resistente, mas compacta, fácil de instalar, de trocar entre carros (desde que se tenha um par de correias por carro, falando das correias que prendem as costas da cadeira, no caso de se ir de costas, senão é uma seca desapertar e apertar as correias ao assento dos carros), permite uma utilização até muito tarde (até 25 kg virada para trás e para a frente), os estofos são em algodão, totalmente removíveis e facilmente laváveis, mas uma chatice para tirar e voltar a colocar.
O Pedro nunca se sentiu mal por andar de costas, nunca se recusou a fazê-lo, nem lhe fazia diferença, mesmo quando andava esporadicamente de frente com os avós. E sempre andou muito confortável, sem dúvida! Nada de diferente se passava no seu mundinho, ele apenas conhecia andar virado de costas, por isso nunca lhe fez confusão. Muito menos a nós.
Precisamente agora, aos dois anos e quatros meses, estamos a começar com os primeiros problemas nesse departamento...
Desde que o pai mudou de carro, não quis ter o miúdo a andar de costas para não sujar as costas do assento com os pés. Uma manta, uma forra estão fora de questão, enfim! É uma questão que me deixou doida na altura, não estava bem a crer que o puto mudava de direcção por conta da integridade física dos estofos do carro do senhor meu marido, mas parece que sim. Eu acho a obsessão de status do carro e sobretudo manter o carro absolutamente imaculado uma cena bem portuguesa que me ultrapassa completamente. Eu estou perfeitamente a marimbar-me para o estado do meu carro, eu quero é que ele me leve do ponto A ao ponto B e pronto, mais nada. O senhor meu marido também pensa como eu, mas o amor ao brinquedo novo, enquanto for novo, levou a melhor desta vez. Roll eyes, completamente!!
Enfim, o P passou a andar de frente no do pai, continuou de costas no meu carro. E agora, curiosamente (ou talvez não!!) ele tem feito de vez em quando umas fitas monstras para se sentar na cadeirinha, não sei se por estar em modo birra total, em que tudo serve para embirrar (a tão carinhosamente apelidada estupidez natural rsrsrsrs), ou se é por ter experimentado o mundo de frente e de frente querer continuar.
Parece-me, cada vez mais e infelizmente, que se trata da segunda opção. OMG.
Dois dias anda bem, depois lá vem um dia do demónio, e andamos assim. De maneira que não sei se os dias de costas estão contados, espero que não, mas temo que sim... Por enquanto estou só desconfiada, mas vou assobiar para o lado o máximo de tempo possível, vou negar até o fim!
De qualquer forma, a minha meta mínima eram os dois anos, e lá chegámos sem quaisquer problemas. O que viesse a partir daí seria lucro.Ele já vai quase com dois anos e meio e é um miúdo robusto, não sei o que isso diz da sua resistência a uma colisão, mas ao menos já vai quase com dois anos e meio, não me posso queixar.
E o estado dos assentos do meu carro? Não está famoso, não. É como digo, não quero saber disso, mas lá que já levavam uma boa esfrega já levavam! Mas eu não fiz algo muito básico, forrar o assento! Não fica grande coisa? Não, mas é melhor do que sujá-los, para quem gosta de ter o carro impecável...
Nos dias de chuva eu sento o Pedro na cadeirinha e descalço-o. Geralmente à ida e vinda do colégio é um passo rápido porque os sapatos são com velcro ou apenas de enfiar. Se tivesse o assento forrado nem pensaria nisso.
Na verdade sou a única pessoa que conheço que anda assim com a cadeirinha (tenho de me mudar para a Suécia, está visto!!), a minha irmã tem uma cadeirinha igual, mas usa-a de frente e eu sei que havia algumas leitoras do blog que acabaram por comprar esta cadeirinha, que tal tem corrido convosco?
A grande vantagem da cadeirinha que escolhi para o Pedro é que ela é muito boa, do melhor mesmo, não é estupidamente cara e permite experimentar. Quem não gostar da experiência de todo, não se adaptar de todo ou entretanto se tornar impossível ou obsoleto, pode mudar a direcção da cadeirinha. Vapt-vupt. Sabendo e podendo, o mínimo que podemos fazer é tentar.
Além disso é uma cadeirinha que de frente dura até os seis anos ou mais, é muito tempo de amortização do valor da cadeirinha, vamos combinar!! Ela rende mais que uma pilha Duracell.
Eu continuo a defender veementemente o rearfacing, acho que faz muita diferença em caso de colisão, mesmo a de retaguarda, principalmente em bebés até os dois anos. Nos dois posts acima estão links com imensa informação e vídeos e tudo e tudo. Passados quase dois anos as coisas continuam iguais em Portugal, mas depende de nós mudar. Para mim o saldo é muito positivo, felizmente nunca tirei a prova dos nove e espero com todas as forças nunca o venha a fazer...
A grande vantagem da cadeirinha que escolhi para o Pedro é que ela é muito boa, do melhor mesmo, não é estupidamente cara e permite experimentar. Quem não gostar da experiência de todo, não se adaptar de todo ou entretanto se tornar impossível ou obsoleto, pode mudar a direcção da cadeirinha. Vapt-vupt. Sabendo e podendo, o mínimo que podemos fazer é tentar.
Além disso é uma cadeirinha que de frente dura até os seis anos ou mais, é muito tempo de amortização do valor da cadeirinha, vamos combinar!! Ela rende mais que uma pilha Duracell.
Eu continuo a defender veementemente o rearfacing, acho que faz muita diferença em caso de colisão, mesmo a de retaguarda, principalmente em bebés até os dois anos. Nos dois posts acima estão links com imensa informação e vídeos e tudo e tudo. Passados quase dois anos as coisas continuam iguais em Portugal, mas depende de nós mudar. Para mim o saldo é muito positivo, felizmente nunca tirei a prova dos nove e espero com todas as forças nunca o venha a fazer...

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