E no meio das diferenças entre estes dois irmãos e sobretudo entre os primeiros dias desta vez, e que diferenças (!!) - mas fica para depois porque ainda o estou a viver, ainda não estou para escrever sobre isso...- a melhor diferença talvez seja esta, eu ter a plena consciência de como é doce, muito doce. E abraçar essa consciência com força.
Wednesday, October 16, 2013
Então, que seja doce...
Está a ser... Pelo menos contemplar o meu baby Miguel tem sido muito doce. Não sei se a memória me foi faltando com o crescimento do Pedro sempre cheio de novidades e reviravoltas, se de facto andava tão absorta nisto de ser mãe de primeira leva e portanto não o gozei como deve ser à primeira, mas eu olho para o Miguel e nem me lembrava do quão doce é um recém nascido. De como é lento, enroladinho, indefeso, dos barulhinhos, da suavidade da pele, do cheirinho... Eu já não me lembrava de como é doce. Mas sinto que agora vou lembrar, porque tenho namorado muito o meu bichinho.
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