Há três anos atrás, por esta hora, já tinha o meu filho nos braços, acabadinho de nascer.
{Hoje, tenho o meu outro filho na barriga, prestes a nascer, mas não hoje, por favor!}
Olho para o Pedro com olhos de ver e ele me parece tão crescido e ao mesmo tempo tão pequeno. Recordo-o vivamente ainda na minha barriga, tal como o irmão (eu num estado muito mais desesperado, mas ele tão igual...), tão pequenino quando de lá saiu. Agora fico assombrada com o seu tamanho, as suas costas de menino, o que diz, como olha. Eu gerei uma pessoa e ela está a crescer à minha frente, cada dia mais um pouco. Ele está nas minhas mãos, ainda é meu, mas cada dia me escapa mais um bocadinho, me foge, salta para o mundo.
Está impossivelmente doce e impossivelmente doido, este meu maior amor pequenino a quem não posso chamar bebé, pois logo me corrige a dizer que é muito crescido.
Pois é, estás muito crescido. Tanto quanto nunca vi igual. E vais ficar cada vez mais e eu vou ver isso tudo com deslumbramento, com assombro, com baques nestes momentos em que se pára para pensar, que tanto podem bater no teu dia de anos, como num fim de tarde no parquinho.
O meu Pedrito coelho, louco por elefantes e savanas em geral, todos os animais do mundo em particular, que adora laranja mas não banana, que adora girar girar girar até cair tonto no chão e adora ver os seus livros e contar histórias, na sua voz doce e esforçada. Faz hoje três anos de crescido.
Monday, October 7, 2013
Sunday, October 6, 2013
E isto é tudo o que o meu telemóvel tem a dizer sobre o dia de hoje!
Um dia em cheio, mesmo a combinar com a minha barriga!
Realizei que, desde que criámos o Carrossel, estive presente em todos os eventos de apresentação e venda directa ao público, que foram cinco, e em todos estava já acompanhada do Miguel, desde as 8 semanas da Vendinha das Mães do Porto, às 38 semanas deste Mercadito. Venha um novo ciclo, sem bebé em K7!
Contra todas as minhas previsões iniciais, afinal estava em condições de ir fazer uma visita ao Mercadito da Carlota, e ainda bem, foi muito bom testemunhar mais este dia de sucesso!
Realizei que, desde que criámos o Carrossel, estive presente em todos os eventos de apresentação e venda directa ao público, que foram cinco, e em todos estava já acompanhada do Miguel, desde as 8 semanas da Vendinha das Mães do Porto, às 38 semanas deste Mercadito. Venha um novo ciclo, sem bebé em K7!
A comitiva Carrossel de hoje, Sof e Ruiiiii
Os nossos mais recentes meninos brinquedos Carrossel - as casinhas. Não são um amor?
Um beijinho que nunca pode faltar, e é tão bom de dar, a ver as novidades The Petite Suite! E outros tão bons foram dados mas não capturados pelo meu telemóvel, foi muito bom estar convosco!
Já em Serralves, onde aterrámos em plena festa do Outono, com um mar de gente. Devo confessar que é muito estranho estar um calor bom e um cheirinho de castanhas assadas no ar, não combina mesmo!
Um almoço tardio e uns dedinhos malandros entalados na porta do restaurante de Serralves - aquelas portas são um perigo!! - mas uma tarde muito bem passada
Friday, October 4, 2013
Da MUDA com ❤️
Recebemos, pelas mãos da MUDA -Home Design ( https://m.facebook.com/MudaHomeDesign?id=203189813153035&_rdr ) o primeiro objecto para a nossa família de quatro - quatro corações lado a lado, numa base muito cómoda e que convida ao descanso. Adorei, obrigada.
O Pedro já sabe que um é a mãe, outro o pai, outro ele e outro o mano, repete sempre que se cruza com a almofada.
Criando a MUDA projectos de design de interiores com base na filosofia do Feng Shui, com esta simples almofada é certo que já nos trouxe uma energia muito boa. Foi bom ver-nos como quatro, era mesmo o que queríamos ser. Vai correr tudo bem.
Um dia depois do outro
Nada como o passar dos dias. Com o nosso cachopo parece resultar, pelo menos por enquanto!
Ele andava birrento e a subir a parada cada vez mais, se bem se lebram...
Ralhar e timeout já não bastavam, ele nem se ralava. Então, cumpri o castigo mais pesado que tinha prometido, e sinceramente não tive pena nenhuma, porque à saída do colégio ele voltou a armar barraca, querendo atirar-se ao chão e querendo ficar na escola à força, tudo debaixo de chuva torrencial, um mimo!!
De maneira que chegámos a casa que nem pintos e seguiu-se uma bateria de cabresto: ficou sem TV ao fim da tarde, foi banho de cara fechada e brincas no quarto que já vais com sorte. E à noite, também não houve direito a conto contado, e ele ama contar as suas historinhas nem que seja para ganhar tempo acordado..., porque foi insolente com o pai (sim, aos dois anos já se pode ser insolente e ele foi), fugia com o rabo à seringa e não queria contar ao pai do seu mau comportamento - porque ele tem sempre de fazer o relato das asneiras do dia ao pai, não há saídas airosas, há responsabilização. Mas ele tenta sempre escapar-se, está claro.
Enfim, foi um dia e noite terribilis. Mas como as consequências, mais que castigos, consequências, que nós frisávamos bem e contrapunhamos ao que podia ser e ele lá ia reconhecendo, cabisbaixo e já manso, mas que já não lhe valia de nada, no dia seguinte acordou bem mais calmo, mesmo mais calmo. Ensaiou uma birra quando desliguei a TV para irmos para o colégio de manhã e eu deixei logo bem claro que, ou ele parava com essas birras ou acabava-se a TV de todo e ele logo foi à vida dele. O dia correu muito melhor e hoje já estava de volta o nosso Pedro mais sereno e cooperativo.
Até a próxima. Temos notado muito essa tendência nele: ele anda bem, relaxado e de tempos em tempos, ele vai aumentado o "à vontadinha" e vai forçando a nossa barra, a tentar conquistar margem de manobra para asneiras, a pôr-nos à prova, a apalpar os nossos limites. Nós deixamos bem claros esses limites, primeiro a bem, com falinhas mansas, depois a mal, com rédea curta e o facto é que ele reage e recua e tudo serena.
Parece mesmo que ele está a pedir para ser posto na linha e quando é posto na linha, serena. É a história das balizas e dos limites e dos pais criarem e controlarem os limites dos filhos para que eles estejam livres mas balizados, seguros porque sabem que têm alguém que não permite roda livre,que os enquadra.
Pena é a teoria desgastar-nos tanto para ser posta em prática. O resultado vale a pena, e ainda resulta com o Pedro, mas até chegar lá, valha-me deus... e o nosso ainda é pequenito, isto só vai ficar mais elaborado, mais complexo. Serenidade e perspectiva!!
Ele andava birrento e a subir a parada cada vez mais, se bem se lebram...
Ralhar e timeout já não bastavam, ele nem se ralava. Então, cumpri o castigo mais pesado que tinha prometido, e sinceramente não tive pena nenhuma, porque à saída do colégio ele voltou a armar barraca, querendo atirar-se ao chão e querendo ficar na escola à força, tudo debaixo de chuva torrencial, um mimo!!
De maneira que chegámos a casa que nem pintos e seguiu-se uma bateria de cabresto: ficou sem TV ao fim da tarde, foi banho de cara fechada e brincas no quarto que já vais com sorte. E à noite, também não houve direito a conto contado, e ele ama contar as suas historinhas nem que seja para ganhar tempo acordado..., porque foi insolente com o pai (sim, aos dois anos já se pode ser insolente e ele foi), fugia com o rabo à seringa e não queria contar ao pai do seu mau comportamento - porque ele tem sempre de fazer o relato das asneiras do dia ao pai, não há saídas airosas, há responsabilização. Mas ele tenta sempre escapar-se, está claro.
Enfim, foi um dia e noite terribilis. Mas como as consequências, mais que castigos, consequências, que nós frisávamos bem e contrapunhamos ao que podia ser e ele lá ia reconhecendo, cabisbaixo e já manso, mas que já não lhe valia de nada, no dia seguinte acordou bem mais calmo, mesmo mais calmo. Ensaiou uma birra quando desliguei a TV para irmos para o colégio de manhã e eu deixei logo bem claro que, ou ele parava com essas birras ou acabava-se a TV de todo e ele logo foi à vida dele. O dia correu muito melhor e hoje já estava de volta o nosso Pedro mais sereno e cooperativo.
Até a próxima. Temos notado muito essa tendência nele: ele anda bem, relaxado e de tempos em tempos, ele vai aumentado o "à vontadinha" e vai forçando a nossa barra, a tentar conquistar margem de manobra para asneiras, a pôr-nos à prova, a apalpar os nossos limites. Nós deixamos bem claros esses limites, primeiro a bem, com falinhas mansas, depois a mal, com rédea curta e o facto é que ele reage e recua e tudo serena.
Parece mesmo que ele está a pedir para ser posto na linha e quando é posto na linha, serena. É a história das balizas e dos limites e dos pais criarem e controlarem os limites dos filhos para que eles estejam livres mas balizados, seguros porque sabem que têm alguém que não permite roda livre,que os enquadra.
Pena é a teoria desgastar-nos tanto para ser posta em prática. O resultado vale a pena, e ainda resulta com o Pedro, mas até chegar lá, valha-me deus... e o nosso ainda é pequenito, isto só vai ficar mais elaborado, mais complexo. Serenidade e perspectiva!!
Thursday, October 3, 2013
Para este Outono / Inverno
A convite da Pumpkin, fiz algumas propostas de guarda-roupa para os nossos miúdos, a pensar nos tempos mais frescos que já se apresentam, ainda que de forma muito volátil!
Eu proponho dois quadros de propostas para este Outono que se adivinha quente: um a pensar no irmão bebé e outro no irmão um pouco mais crescido (porque será?). Ambos meninos, ambos amorosos. Em tons de azul, branco e cinzento, uma combinação que me encanta e que, este ano, é mais fácil de encontrar e conjugar do que nunca, pois as minhas marcas preferidas apostaram em força no cinzento e têm peças maravilhosas nesse tom. Tudo muito amoroso e suave, mas arejado, como eu gosto de ver os meninos.
Sugestões de kits para este Outono-Inverno:
Para o maninho bebé: 1- Cavalinho Carrossel. 2- Fofo da D.O.T. 3- Body da Knot. 4- Babete Catita Kids. 5- Mantinha e fita Lovely. 6 - Botinhas da Zara. 7- Jardineira D.O.T.
Para o mano grande: 8 - Botas La Redoute. 9- Jardineira Laranjinha. 4-Calções piupiuchick. 6- Camisa Espiguilha. E o cavalinho Carrossel, ainda!
Para conhecer um pouco mais sobre mim e estas Maravilhas, podem ler mais aqui: http://www.pumpkin.pt/dicas/moda/entrevista-ao-blog-as-maravilhas-da-maternidade-sobre-moda-infantil-outono-inverno
Vejam tantas sugestões e dicas para a família, na maravilhosa Pumpkin, que hoje mesmo comemora 10.000 likes no FB, parabéns e venham mais 10.000!
Labels:
Yummy Baby
Priceless
De um valor incalculável, uma fortuna inestimável. O meu marido apanhou a história dos três porquinhos contada pelo Pedro, aos quase quase quase três anos de idade. É vídeo mas não tem imagem, pois já estávamos com a luz apagada, são três minutos deliciosos...
Wednesday, October 2, 2013
Miguel em K7 {Semana 37}
Semana 37, quase nas 38. O Pedro nasceu às 38 e 3 dias...
E eu não consigo livrar-me do escritório! Diz que é hoje, mas o computador vem atrás de mim e o escritório fica a um pulinho... Ainda assim, como ainda não crashei, ainda estou em condições de trabalhar. E assim o farei, apesar do ritmo mais lento, que desejo pausado. Será que eu vou ser daquelas mães que vai bradar "Eu andei a despachar papéis até rebentarem as águas, eu cá não sou de mariquices!"
Se por um lado é bom e muito útil não me sentir incapacitada - com o Pedro, a bater as 37 semanas eu crashei e não consegui fazer mais nada, mal me mexia, quanto mais fazer coisas e foram dias muito complicados -, por outro quase desejo um descanso forçado, um impedimento real, para me forçar a parar.
Não tenho aspirações a super mulher, se por um lado não quero parar, por outro lado desejo que me parem.
Ainda ontem tive uma crise de choro com o seguinte mote: "Se eu tiver o Miguel hoje, não vou ter descansado nada, vou entrar em trabalho de parto sem ter descansado nada, vou ter um filho nos braços e vou começar logo exausta!" E chorei desalmadamente! O que vale é que ele não nasceu ontem e dormi bem... venha outro dia, outra semana. Estou por tudo.
Hoje o chorinho teve como mote: "O Pedro está a fazer umas birras horríveis e eu tenho de ser horrível com ele!" E não me parece que seja (ainda) por causa do maninho, que mal falamos no maninho e sempre que o fazemos é com muito amor, acho que o Pedro já gosta mesmo do bebé e ainda nem o viu. Diz que só ele vai poder tocar no maninho e que ele vai ser um bebezinho. E depois dá-me um abracinho e dá um beijinho na barriga. Tão querido.
Mas, de resto, nada querido. Faz ouvidos moucos, para obedecer nem à terceira, faz birras parvas (para ver mais e mais TV, para não dormir... uma seca, se ainda houvesse drama na vida dele, mas as suas angústias são do mais parvo possível), faz-me autênticas placagens e agarra-se à minha perna para que eu não ignore a sua birra. E eu fervo. E zango-me. E dou-lhe a consequência lógica: não queres ir para a escola porque queres os desenhos? Pois se não parares agora com esta fita, logo à tarde não há desenhos para ninguém! Percebido?" "Siiiiiiim!" E continua. E fica sem desenhos. E agora quem se lixa sou eu que vou ter de lhe cortar os desenhos logo à tarde, vou mesmo. Não posso voltar atrás. E vou ter de lhe lembrar porque é que estamos os dois de castigo, porque aqueles desenhos do fim da tarde são providenciais. Mas hoje está a sentença dada, não há desenhos para ninguém. Vai ser bonito.
Se estas birras são o normal dos terrible three, nós vamos ter de ser pais tenebrosos e cair-lhe com tudo em cima, tolerância 0 a estas macacadas. Subir a parada e ter pulso de ferro para não o deixar ganhar ou pior, não baixar ao nível dele. Porque a mim, só apetecia começar a ver tudo preto e ficar ceguinha, ter um achaque como os dele. Isso é que era, detonava tudo à minha volta. Serenidade.
E eu não consigo livrar-me do escritório! Diz que é hoje, mas o computador vem atrás de mim e o escritório fica a um pulinho... Ainda assim, como ainda não crashei, ainda estou em condições de trabalhar. E assim o farei, apesar do ritmo mais lento, que desejo pausado. Será que eu vou ser daquelas mães que vai bradar "Eu andei a despachar papéis até rebentarem as águas, eu cá não sou de mariquices!"
Se por um lado é bom e muito útil não me sentir incapacitada - com o Pedro, a bater as 37 semanas eu crashei e não consegui fazer mais nada, mal me mexia, quanto mais fazer coisas e foram dias muito complicados -, por outro quase desejo um descanso forçado, um impedimento real, para me forçar a parar.
Não tenho aspirações a super mulher, se por um lado não quero parar, por outro lado desejo que me parem.
Ainda ontem tive uma crise de choro com o seguinte mote: "Se eu tiver o Miguel hoje, não vou ter descansado nada, vou entrar em trabalho de parto sem ter descansado nada, vou ter um filho nos braços e vou começar logo exausta!" E chorei desalmadamente! O que vale é que ele não nasceu ontem e dormi bem... venha outro dia, outra semana. Estou por tudo.
Hoje o chorinho teve como mote: "O Pedro está a fazer umas birras horríveis e eu tenho de ser horrível com ele!" E não me parece que seja (ainda) por causa do maninho, que mal falamos no maninho e sempre que o fazemos é com muito amor, acho que o Pedro já gosta mesmo do bebé e ainda nem o viu. Diz que só ele vai poder tocar no maninho e que ele vai ser um bebezinho. E depois dá-me um abracinho e dá um beijinho na barriga. Tão querido.
Mas, de resto, nada querido. Faz ouvidos moucos, para obedecer nem à terceira, faz birras parvas (para ver mais e mais TV, para não dormir... uma seca, se ainda houvesse drama na vida dele, mas as suas angústias são do mais parvo possível), faz-me autênticas placagens e agarra-se à minha perna para que eu não ignore a sua birra. E eu fervo. E zango-me. E dou-lhe a consequência lógica: não queres ir para a escola porque queres os desenhos? Pois se não parares agora com esta fita, logo à tarde não há desenhos para ninguém! Percebido?" "Siiiiiiim!" E continua. E fica sem desenhos. E agora quem se lixa sou eu que vou ter de lhe cortar os desenhos logo à tarde, vou mesmo. Não posso voltar atrás. E vou ter de lhe lembrar porque é que estamos os dois de castigo, porque aqueles desenhos do fim da tarde são providenciais. Mas hoje está a sentença dada, não há desenhos para ninguém. Vai ser bonito.
Se estas birras são o normal dos terrible three, nós vamos ter de ser pais tenebrosos e cair-lhe com tudo em cima, tolerância 0 a estas macacadas. Subir a parada e ter pulso de ferro para não o deixar ganhar ou pior, não baixar ao nível dele. Porque a mim, só apetecia começar a ver tudo preto e ficar ceguinha, ter um achaque como os dele. Isso é que era, detonava tudo à minha volta. Serenidade.
Ah, maravilhas da maternidade.
E vem aí outro destes não tarda nada, IUPIIII Porque um não me chega, não senhora, eu quero mais!
Mas até chegar aos requintes do mano velho, vou ter oportunidade de voltar a trocar imensas fraldas, levar com imenso bolsado, ouvir muito choro fura-cérebros e amparar muita chupeta. Win! Eu devia ter o juízo a arder, de certeza.
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