Ele anda super competitivo, está sempre em prova! Ele quer ganhar a comer os cereais, a chegar ao carro, a jogar à bola, a correr, a comer. E se lhe parecer que vão à sua frente fica frustradíssimo, choraminga, diz que os outros não podem ganhar, que ele é quem ganha. E não sei onde ele foi buscar tanto espírito competitivo, a nós não foi, que nunca andámos à compita com ele...
Por outro lado, e talvez relacionado, tudo é comparável entre os crescidos e os bebés. Está constantemente a dizer que os bebés fazem isto e não fazem aquilo e que isto ou aquilo é só para os crescidos. Sempre por oposição. Sendo que ele é O mais crescido de todos, até mais que o pai e a mãe! Neste comportamente talvez já tenhamos um envolvimento maior, porque eu estou sempre a dizer-lhe o quanto os bebés são frágeis e pequeninos, e que precisam da nossa atenção e cuidado, para o preparar para o que aí vem. Bem, a cassete entrou, não há dúvidas, até demais!
Este segundo comportamento só pode ser por causa do irmão, o primeiro será ou não...
E por falar em comportamentos e maninhos, no seguimento deste post, uma coisa que não ficou referida e que eu acho super importante para a boa aceitação do maninho pelo Pedro: o facto de ele (já) ter a rotina da noite (quase) toda por conta do pai. O pai sempre lhe deu banho e participou na rotina da noite do Pedro, mas realmente, de há uns meses para cá, é ao pai que cabe, em primeira linha, dar banho, supervisionar o jantar enquanto não nos sentamos todos, cowboyada final de casa-de-banho e cama. Eu ando nessa altura a tratar da produção executiva, dos bastidores (escolha da roupa para o dia seguinte, toalhas, pijama, jantar, brinquedos, essas coisas), e ajudo o pai, dou beijinhos e tal, mas a tarefa principal é dele. Acho que isso vai fazer a sua diferença quando eu tiver de "desaparecer" com o maninho e não puder estar presente ou tão presente na rotina de noite, porque nada vai ser alterado aos olhos do Pedro, que seja perceptível por ele. Já era o pai quem dava banho, quem mandava comer a sopa, quem levava a fazer chichi, quem deitava, nesse aspecto nada mudará. A mudança certamente será atenuada. Haverá SEMPRE uma revolução, nada será como dantes, mas ao menos o comandante da rotina mantém-se o mesmo e fico contente que já assim seja meses antes de sequer o Baby Miguel nascer.
E por falar em comportamentos e maninhos, no seguimento deste post, uma coisa que não ficou referida e que eu acho super importante para a boa aceitação do maninho pelo Pedro: o facto de ele (já) ter a rotina da noite (quase) toda por conta do pai. O pai sempre lhe deu banho e participou na rotina da noite do Pedro, mas realmente, de há uns meses para cá, é ao pai que cabe, em primeira linha, dar banho, supervisionar o jantar enquanto não nos sentamos todos, cowboyada final de casa-de-banho e cama. Eu ando nessa altura a tratar da produção executiva, dos bastidores (escolha da roupa para o dia seguinte, toalhas, pijama, jantar, brinquedos, essas coisas), e ajudo o pai, dou beijinhos e tal, mas a tarefa principal é dele. Acho que isso vai fazer a sua diferença quando eu tiver de "desaparecer" com o maninho e não puder estar presente ou tão presente na rotina de noite, porque nada vai ser alterado aos olhos do Pedro, que seja perceptível por ele. Já era o pai quem dava banho, quem mandava comer a sopa, quem levava a fazer chichi, quem deitava, nesse aspecto nada mudará. A mudança certamente será atenuada. Haverá SEMPRE uma revolução, nada será como dantes, mas ao menos o comandante da rotina mantém-se o mesmo e fico contente que já assim seja meses antes de sequer o Baby Miguel nascer.

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