Lembrando o workshop no qual estive este Sábado e o quão interessante foi, aqui fica uma súmula da comunicação da Dra. Paula Nolasco, vale a pena a divulgação!
À MESA O BEBÉ NÃO É UM MINIADULTO!
No início de vida é indiscutível falar da importância do leite materno. O leite materno é a alimentação ideal para qualquer bebé, proporcionando-lhe todos os benefícios da amamentação, tais como imunidade e proteção. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os bebés devem ser exclusivamente amamentados até aos 6 meses de vida e nós, na Milupa, apoiamos essa mesma recomendação.
O desmame precoce,com introdução da alimentação diversificada antes dos 4-5 meses, tem um impacto significativo no estado nutricional até aos 3 anos.
A partir de 1 ano, há um aumento considerável da actividade física e uma desaceleração da velocidade de crescimento, comparativamente com os primeiros 12 meses de vida, o que leva a que as necessidades nutricionais nesta idade sejam bem diferentes das crianças mais velhas e das do adulto. Entre 1 e 3 anos, as crianças têm elevadas necessidades por kg de peso corporal de vários nutrientes, nomeadamente vitaminas e minerais, pelo que uma alimentação equilibrada é de suma importância.
O bebé vai crescendo e as suas necessidades vão-se alterando, pelo que se torna essencial uma nutrição específica, feita à sua medida. Do nascimento aos 3 anos, a criança duplica o seu tamanho! Aumenta cinco vezes de peso, mas não é por isso que passa a ser um “adulto”. Por exemplo, uma criança precisa de 3 a 4 vezes menos sal e açúcar do que um adulto, não havendo assim necessidade de adicionar sal ou açúcar aos produtos infantis. A quantidade de sal e açúcar está limitada a 200mg/100g de produto acabado. O mesmo se passa com o excesso de proteínas. Sabemos como evitar esta questão? Sim, dando-lhes a dose certa para a sua idade As quantidades de carne ou peixe que se devem dar a uma criança até 3 anos são as seguintes, por refeição:
· 5g até 6 meses
· 10g até 10 meses
· 20g até 1 ano
· 30g até 2 anos
· 40g até 3 anos
1. Podem optar por alimentos para bebés presentes no mercado
(Sem aditivos e sem corantes, níveis de pesticídas e contaminantes praticamente nulos, são controlados desde o produtor e microbiologicamente controlados com limites nulos e/ou muito, muito restritos)
2. O bebé deve comer a dieta familiar com restrições:
· Não dar LEITE DE VACA – dar leites enriquecidos em ferro (L. Crescimento até 3 anos)
· Fazer dieta rica em FERRO e baixa PROTEÍNA e com pouco SAL
· Evitar DOCES e GORDURAS SATURADAS
· Fazer várias refeições / pouca quantidade
· Dar só 1 tipo de hidratos de carbono por refeição
Em suma, e para as mamãs, fica a nota para nunca se esquecerem:
O BEBÉ É MAIS CRESCIDO, MAS NÃO É UM MINIADULTO!
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