É duro admitir a necessidade de haver em Portugal caixas de supermercado exclusivas para grávidas, deficientes e outros que bem sabemos. É que em qualquer outro pais civilizado basta a existência de caixas com prioridade. Mas cá não, infelizmente tem de haver caixas exclusivas. É pena, mas é a única forma de poupar o prioritário aos energúmenos que se julgam no direito de se insurgirem (uma palavra cara para quem é tão primário, irónico...) contra quem se atreve a exercer aí sim um direito que lhe assiste.
Não quer que ninguém lhe passe à frente? Escolha outra das vinte caixas que tem à sua disposição.
Tem poucas compras? Escolha uma caixa para quem traz menos de 10 artigos ou traz cesto.
Mas desamparem-me a loja que eu não ando aqui a brincar às prioridades e ir para as compras às sete da tarde com um puto de dois anos e meio a tira colo e barriga não é pêra doce e eu não tenho de aturar mais putos do que os meus. Principalmente se eles têm idade para serem meus pais e me ofendem.
Eu solto os cães.
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