O miúdo está tão contente por regressar a casa que dá gosto! Acordou às 11:20 (és grande, puto!) super bem disposto, aos abraços, aos beijinhos, a querer todos os seus livros preferidos. Está tão querido, tão fofo, está de se estrafegar!
Case in point:
Da sala para o quarto, eu:
- Ele está tão contentinho, tens que te levantar, querido!
- Queido, queído, olá queído!
E salta-lhe para cima do peito a fazer um festa...
Tão bom estar de volta a casa...
Thursday, December 27, 2012
Wednesday, December 26, 2012
Um queijo e um beijo
A manhã mais esperada do ano foi assim.
Não tanto pelo Pedro, porque ele ainda não percebe estas coisas, ele apenas vibra com tudo, incluindo a manhã de Natal. Foi a manhã mais esperada da Rica Sobrinha I, que não falava em outra coisa há semanas!
E a manhã chegou e foi o delírio! Logo com a carta que o Pai Natal deixou aos meninos, lembrando-lhes que devem portar-se bem no próximo ano, e continuando pela abertura dos brinqudos, com Uaus, Ohhhs e Ahhhs, muito riso e muito papel de embrulho pelo ar.
Foi muito giro, muito bom.
Não tanto pelo Pedro, porque ele ainda não percebe estas coisas, ele apenas vibra com tudo, incluindo a manhã de Natal. Foi a manhã mais esperada da Rica Sobrinha I, que não falava em outra coisa há semanas!
E a manhã chegou e foi o delírio! Logo com a carta que o Pai Natal deixou aos meninos, lembrando-lhes que devem portar-se bem no próximo ano, e continuando pela abertura dos brinqudos, com Uaus, Ohhhs e Ahhhs, muito riso e muito papel de embrulho pelo ar.
Foi muito giro, muito bom.
Monday, December 24, 2012
A todas vós
A todas nós mães ou a todas as nossas mães, que são sempre quem faz do nosso Natal o que ele é.
Dias em família, com doces e petiscos dos bons, presentes para todas as crianças e muito calorzinho bom.
O Natal não é o Pai Natal nem o Menino Jesus, é a Mãe.
Um feliz Natal a todas nós, a todas vós!
Saturday, December 22, 2012
Friday, December 21, 2012
Mudam-se os tempos... Ou não.
Quando os Resistência foram criados, há vinte anos atrás, seria uma loucura eu ir a um concerto deles. Os meus pais nunca me deixariam, e bem, ir a Lisboa, a um concerto de uma banda com a projeção que eles tiveram na altura, aos treze anos de idade. É que a questão nem se pôs.
Passei estes anos todos a magicar que ir a um concerto dos Resistência é que seria fixe, "que pena que já acabaram, aquilo é que era, gostava tanto de ter ido..."
Quando os Resistência voltaram agora para este concerto revivalista, comprámos, as garotas que éramos na altura, os bilhetes quase de imediato. Foi dar-se a notícia e nós aos saltos VAMOS VAMOS! É que a questão nem se pôs.
E agora constato que, vinte anos depois, foi uma loucura ir ao concerto dos Resistência. Tal como seria há vinte anos atrás, mas noutros moldes.
Eu deixei marido e filho entregues à sua sorte, na nossa terrinha. Abalei-me para Lisboa, de mochila às costas para passar a noite a casa da minha avó. Andei agarrada ao computador, nos buracos livres, a trabalhar em andamento. Fiquei sem bateria no telemóvel, incontactável mais de 24 horas.
A minha irmã arrastou para Lisboa marido e filhos, porque o mais novo tinha de vir agarrado à mama e precisava de quem o cuidasse enquanto estivéssemos a cantar a plenos pulmões.
Outra de nós veio de propósito da Índia para vir ao concerto e aproveitou, já agora, para passar o Natal na terrinha, que se não fosse os Resistência ficava pelas Índias de férias.
Outro veio directo de Leiria a correr, chegou mesmo em cima da hora do concerto.
"Ah, quando somos crescidos fazemos o que nos apetece, nada nos prende, nós é que mandamos!"
...
Foi assim connosco, mas aqui que ninguém nos ouve, ainda bem que já tínhamos os bilhetes comprados há meses, que senão ainda desandava tudo e não nos atrevíamos à loucura destes dias.
E valeu a pena, muito a pena.
Vai.
Vai mais longe, vai.
vai ao fundo do fundo.
Não mudes de assunto, há sempre um perigo.
Sai debaixo das pedras e vai
Vai mais longe, mais fundo
Não mudes de assunto
Só porque é mais fácil
Há sempre um perigo
Sai debaixo das pedras e vai, vai
Descola a memória, flutua no vago
Deixa-te ficar
Há sempre um perigo
Passei estes anos todos a magicar que ir a um concerto dos Resistência é que seria fixe, "que pena que já acabaram, aquilo é que era, gostava tanto de ter ido..."
Quando os Resistência voltaram agora para este concerto revivalista, comprámos, as garotas que éramos na altura, os bilhetes quase de imediato. Foi dar-se a notícia e nós aos saltos VAMOS VAMOS! É que a questão nem se pôs.
E agora constato que, vinte anos depois, foi uma loucura ir ao concerto dos Resistência. Tal como seria há vinte anos atrás, mas noutros moldes.
Eu deixei marido e filho entregues à sua sorte, na nossa terrinha. Abalei-me para Lisboa, de mochila às costas para passar a noite a casa da minha avó. Andei agarrada ao computador, nos buracos livres, a trabalhar em andamento. Fiquei sem bateria no telemóvel, incontactável mais de 24 horas.
A minha irmã arrastou para Lisboa marido e filhos, porque o mais novo tinha de vir agarrado à mama e precisava de quem o cuidasse enquanto estivéssemos a cantar a plenos pulmões.
Outra de nós veio de propósito da Índia para vir ao concerto e aproveitou, já agora, para passar o Natal na terrinha, que se não fosse os Resistência ficava pelas Índias de férias.
Outro veio directo de Leiria a correr, chegou mesmo em cima da hora do concerto.
"Ah, quando somos crescidos fazemos o que nos apetece, nada nos prende, nós é que mandamos!"
...
Foi assim connosco, mas aqui que ninguém nos ouve, ainda bem que já tínhamos os bilhetes comprados há meses, que senão ainda desandava tudo e não nos atrevíamos à loucura destes dias.
E valeu a pena, muito a pena.
Vai.
Vai mais longe, vai.
vai ao fundo do fundo.
Não mudes de assunto, há sempre um perigo.
Sai debaixo das pedras e vai
Vai mais longe, mais fundo
Não mudes de assunto
Só porque é mais fácil
Há sempre um perigo
Sai debaixo das pedras e vai, vai
Descola a memória, flutua no vago
Deixa-te ficar
Há sempre um perigo
Thursday, December 20, 2012
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