Porque é que fui sair do meu conforto e ter filhos, porque é que temos esta mania de multiplicar-nos, de nos perpetuarmos? Porque é que insistimos em prolongar a espécie, ainda por cima correndo o risco de contribuir com prole barulhenta e adepta do arremesso de fluidos em várias modalidades?
Porque é que fui cair na mesma cilada em que a humanidade anda a cair há milhares e milhares de anos?
Porque um momento bom compensa um dia mau.
Porque a felicidade apenas faz sentido quando é partilhada.
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